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Doença de Graves: Olhos Saltados, Sintomas e Tratamento | Guia 2026

A Doença de Graves é uma causa frequente de hipertireoidismo e pode provocar palpitações, tremores e olhos saltados. Entenda diagnóstico, tratamento e o que esperar do acompanhamento.

06 de fevereiro de 202610 min de leitura
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Doença de Graves: Olhos Saltados, Sintomas e Tratamento | Guia 2026

Doença de Graves é a causa mais comum de hipertireoidismo (70% dos casos). Doença autoimune: anticorpo TRAb estimula tireoide a produzir hormônios em excesso. Sintomas: perda de peso, palpitações, tremores, ansiedade, intolerância ao calor, olhos saltados (proptose - 30%). Diferente de Hashimoto que destrói tireoide. Tratamento: metimazol (medicamento), radioiodo ou cirurgia. Oftalmopatia pode precisar corticoide ou cirurgia orbital.

O que é doença de Graves

Doença de Graves é uma doença autoimune na qual o sistema imunológico produz anticorpos (TRAb - anticorpo receptor de TSH) que estimulam excessivamente a tireoide, causando produção descontrolada de hormônios tireoidianos (T3 e T4).

Descoberta: 1835, pelo médico irlandês Robert James Graves Prevalência: 1-2% da população Causa mais comum: 70% dos casos de hipertireoidismo

Diferença entre Graves e Hashimoto

Ambas são doenças autoimunes da tireoide, mas efeitos opostos:

AspectoGravesHashimoto
AnticorpoTRAb (estimula)Anti-TPO (destrói)
EfeitoHipertireoidismoHipotireoidismo
TSHBaixo (menor que 0.1)Alto (maior que 5)
T4 livreAlto (maior que 1.8)Baixo (menor que 0.8)
Produção hormonalAumentadaDiminuída
MetabolismoAceleradoLento
Olhos saltadosSim (30%)Não
TratamentoMedicamento, radioiodo ou cirurgiaLevotiroxina

Causas da doença de Graves

1. Fator autoimune (principal)

Como funciona:

  1. Sistema imunológico produz anticorpo TRAb
  2. TRAb se liga ao receptor de TSH na tireoide
  3. Tireoide é "enganada" e produz hormônios sem controle
  4. Hipófise tenta frear produzindo menos TSH
  5. Mas TRAb continua estimulando (não responde à hipófise)

Por que anticorpo aparece:

  • Não se sabe exatamente
  • Predisposição genética + gatilho ambiental
  • Não é culpa do paciente

2. Genética

Risco familiar:

  • 50% dos pacientes têm parente com doença autoimune
  • Se mãe tem Graves: 20% de chance nos filhos
  • Genes envolvidos: HLA-DR3, CTLA-4, PTPN22

3. Sexo feminino

Mulheres: 5-10x mais comum que homens

  • Hormônios femininos (estrogênio) influenciam sistema imunológico
  • Pico de incidência: 30-50 anos
  • Pode aparecer após gravidez (tireoidite pós-parto evoluindo para Graves)

4. Fatores desencadeantes (gatilhos)

Podem iniciar o processo:

  • Estresse: físico ou emocional intenso
  • Infecções virais: gripe, COVID-19
  • Gravidez e pós-parto: mudanças hormonais
  • Excesso de iodo: amiodarona, contrastes iodados
  • Tabagismo: aumenta risco em 3-4x (especialmente para oftalmopatia)

5. Outras doenças autoimunes

Associação comum:

  • Diabetes tipo 1 (5-10%)
  • Vitiligo (5%)
  • Doença celíaca (3%)
  • Artrite reumatoide
  • Lúpus
  • Insuficiência adrenal (Addison)

Sintomas da doença de Graves

Sintomas de hipertireoidismo (todos os pacientes)

1. Perda de peso (90%)

  • Típico: 5-15 kg em 3-6 meses
  • Apetite normal ou até aumentado
  • Come muito mas emagrece
  • Metabolismo acelerado

2. Palpitações e taquicardia (85%)

  • Batimentos rápidos (maior que 100 bpm)
  • Sensação de coração "disparado"
  • Arritmias (fibrilação atrial em 10-15%)

3. Tremores (80%)

  • Mãos tremendo (visível ao estender braços)
  • Dificuldade para escrever, segurar copo
  • Piora com nervosismo

4. Intolerância ao calor e sudorese (75%)

  • Sente muito calor quando outros não sentem
  • Suor excessivo
  • Prefere ambientes frios

5. Ansiedade e irritabilidade (70%)

  • Nervosismo constante
  • Irritação fácil
  • Inquietação
  • Insônia
  • Pensamento acelerado

6. Fraqueza muscular (60%)

  • Cansaço aos esforços
  • Dificuldade subir escadas
  • Miopatia proximal (coxas e braços)

7. Diarreia (50%)

  • Evacuações frequentes (3-5x/dia)
  • Fezes amolecidas
  • Intestino acelerado

8. Menstruação irregular (mulheres)

  • Fluxo diminuído (oligomenorreia)
  • Ausência de menstruação (amenorreia)
  • Ciclos irregulares

Sinais ESPECÍFICOS da Doença de Graves

1. Oftalmopatia de Graves (olhos saltados) - 30%

Proptose (exoftalmia):

  • Olhos "pulando para fora"
  • Aspecto de "olhar fixo"
  • Dificuldade fechar pálpebras completamente

Outros sintomas oculares:

  • Sensação de areia nos olhos
  • Lacrimejamento excessivo
  • Visão dupla (diplopia)
  • Dor retro-ocular
  • Vermelhidão ocular

Gravidade variável:

  • Leve: apenas protrusão discreta
  • Moderada: sintomas incômodos
  • Grave: risco de perda visual (1-5%)

Importante: Oftalmopatia pode piorar APÓS tratamento do hipertireoidismo (especialmente com radioiodo).

2. Dermopatia de Graves (mixedema pré-tibial) - 3-5%

Características:

  • Pele espessada na canela (região pré-tibial)
  • Aspecto de "casca de laranja"
  • Coloração avermelhada/marrom
  • Geralmente não coça nem dói

3. Bócio difuso (90%)

Características:

  • Aumento difuso da tireoide (ambos lobos)
  • Consistência macia, elástica
  • Sopro audível na ausculta (aumento de vascularização)
  • Pode causar compressão (raro)

Diagnóstico da doença de Graves

1. Exames laboratoriais

TSH e hormônios tireoidianos

ExameValor normalGraves
TSH0.5-4.5 mUI/LMenor que 0.1 (suprimido)
T4 livre0.8-1.8 ng/dLMaior que 2.0 (elevado)
T3 livre2.0-4.4 pg/mLMaior que 5.0 (elevado)

Padrão típico:

  • TSH muito baixo (menor que 0.1)
  • T4 e T3 elevados
  • T3 pode estar mais elevado que T4

Entenda: Exames de tireoide

Anticorpos (confirma Graves)

TRAb (anticorpo receptor de TSH):

  • Positivo: maior que 1.75 UI/L
  • Em Graves: geralmente maior que 10 UI/L
  • Sensibilidade: 95-99% (quase sempre positivo)
  • Especificidade: 99% (positivo = Graves)

Outros anticorpos:

  • Anti-TPO: positivo em 70% (mas não específico - também em Hashimoto)
  • Anti-Tg: positivo em 50%

2. Ultrassom de tireoide

Achados típicos:

  • Tireoide aumentada difusamente (volume maior que 25 mL)
  • Hipoecogenicidade difusa
  • Hipervascularização (Doppler: "inferno tireoidiano")
  • Ausência de nódulos (bócio difuso homogêneo)

Ultrassom da tireoide

3. Cintilografia de tireoide (opcional)

Quando solicitar:

  • Dúvida diagnóstica (TRAb negativo)
  • Diferenciar Graves de tireoidite subaguda
  • Diferenciar de bócio tóxico multinodular

Achados em Graves:

  • Captação aumentada (maior que 30%)
  • Captação difusa homogênea
  • Captação precoce (4-6 horas) e tardia (24 horas)

Outros diagnósticos:

  • Tireoidite subaguda: captação baixa (menor que 5%)
  • Bócio tóxico: captação em nódulos (não difusa)

4. Avaliação oftalmológica

Quando solicitar:

  • Todo paciente com Graves (rastreamento)
  • Sintomas oculares (proptose, diplopia, dor)
  • Antes de iniciar radioiodoterapia (pode piorar oftalmopatia)

Exames:

  • Medida de exoftalmia (exoftalmômetro de Hertel)
  • Campimetria (avaliar visão)
  • Ressonância de órbitas (casos graves)

Tratamento da doença de Graves

Opção 1: Medicamentos antitireoidianos

Metimazol (Tapazol):

  • Dose inicial: 10-40 mg/dia (conforme gravidade)
  • Bloqueia produção de hormônios
  • Tomar 1-2x/dia
  • Tempo de tratamento: 12-18 meses

Propiltiouracil (PTU):

  • Usado na gravidez (1º trimestre) e crise tireotóxica
  • Dose: 100-600 mg/dia (3x/dia)
  • Mais efeitos colaterais que metimazol

Vantagens:

  • ✅ Não destrói tireoide
  • ✅ Chance de remissão (30-50% após 12-18 meses)
  • ✅ Reversível (para medicamento se remissão)

Desvantagens:

  • ❌ Precisa tomar diariamente por 12-18 meses
  • ❌ Taxa de recidiva 50-70%
  • ❌ Efeitos colaterais (coceira, agranulocitose rara)

Efeitos colaterais:

  • Comuns: coceira, erupção cutânea (5%)
  • Raros mas graves: agranulocitose (0.3%) - queda de leucócitos
  • Hepatotoxicidade (rara)

Monitoramento:

  • 🩸 Hemograma antes de iniciar
  • 🩸 TSH, T4 livre a cada 4-6 semanas (ajustar dose)
  • ⚠️ Procurar médico se: febre, dor de garganta, úlceras bucais (agranulocitose)

Leia mais: Medicamentos para hipertireoidismo (próximo post)

Opção 2: Radioiodoterapia (iodo radioativo)

Como funciona:

  • Tomar cápsula de I-131
  • Iodo radioativo destrói células tireoidianas
  • Tireoide diminui de tamanho
  • Produção de hormônio normaliza (ou cai demais → hipotireoidismo)

Vantagens:

  • ✅ Definitivo (cura em 80-90% após 1 dose)
  • ✅ Sem cirurgia
  • ✅ Tratamento ambulatorial

Desvantagens:

  • ❌ 80% desenvolvem hipotireoidismo (precisa levotiroxina vitalícia)
  • ❌ Pode piorar oftalmopatia (30-40% dos casos)
  • ❌ Contraindicado na gravidez/amamentação
  • ❌ Evitar gravidez por 6-12 meses após

Indicações:

  • Recidiva após medicamento
  • Não quer tomar medicamento por anos
  • Alto risco cirúrgico
  • Graves sem oftalmopatia ou oftalmopatia leve

Contraindicações:

  • Gravidez e amamentação
  • Oftalmopatia moderada/grave (pode piorar)
  • Planejando engravidar em menos de 6 meses

Preparo:

  • Suspender metimazol 3-7 dias antes
  • Dieta pobre em iodo (7-10 dias antes)
  • Teste de gravidez negativo
  • Avaliação oftalmológica

Opção 3: Cirurgia (tireoidectomia)

Tipo de cirurgia:

Vantagens:

  • ✅ Cura imediata e definitiva
  • ✅ Não piora oftalmopatia
  • ✅ Permite gravidez logo após (3 meses)

Desvantagens:

  • ❌ Cirurgia (riscos: hipoparatireoidismo 5%, rouquidão 1-2%)
  • ❌ Hipotireoidismo vitalício (100%)
  • ❌ Cicatriz no pescoço

Indicações:

  • Oftalmopatia moderada/grave (não pode fazer radioiodo)
  • Bócio volumoso (maior que 80g)
  • Nódulos suspeitos associados
  • Gravidez planejada em breve
  • Preferência do paciente

Preparo:

  • Normalizar hormônios com metimazol antes (4-8 semanas)
  • Iodo de Lugol 7-10 dias antes (reduz vascularização)
  • Laringoscopia pré-operatória

Leia mais: Recuperação da tireoidectomia


Comparação dos tratamentos

AspectoMedicamentoRadioiodoCirurgia
Duração tratamento12-18 meses1 dia1 dia
Cura definitiva30-50%80-90%100%
Recidiva50-70%10-20%0%
HipotireoidismoRaro (5%)80%100%
OftalmopatiaNão pioraPode piorar (30-40%)Não piora
GravidezPode engravidar (trocar para PTU)Esperar 6-12 mesesEsperar 3 meses
CustoBaixo (medicamento barato)MédioAlto
RiscosAgranulocitose (0.3%)Tireoidite actínicaHipoparatireoidismo (5%), rouquidão (1-2%)

Tratamento da oftalmopatia de Graves

Oftalmopatia leve

Medidas conservadoras:

  • Colírios lubrificantes (lágrimas artificiais)
  • Óculos escuros
  • Elevação da cabeceira ao dormir
  • Parar de fumar (essencial!)
  • Controlar hipertireoidismo

Oftalmopatia moderada/grave

Corticoides (prednisolona):

  • Dose: 0.5-1 mg/kg/dia
  • Via oral ou pulsoterapia endovenosa
  • Duração: 12-24 semanas
  • Reduz inflamação orbital

Radioterapia orbital:

  • 20 Gy em 10 sessões
  • Complementa corticoides
  • Reduz inflamação

Cirurgia descompressiva orbital:

  • Remove osso da órbita
  • Cria mais espaço para olho
  • Indicada em casos graves com risco de perda visual

Cirurgia de estrabismo:

  • Corrige visão dupla
  • Após fase inflamatória (6-12 meses)

Sequência de tratamento

  1. Fase ativa (inflamação): corticoides ± radioterapia
  2. Controlar hipertireoidismo: metimazol ou cirurgia (não radioiodo)
  3. Fase inativa (6-12 meses): cirurgia descompressiva se necessário
  4. Reabilitação: cirurgia de estrabismo, pálpebras

Graves e gravidez

Riscos do hipertireoidismo não tratado

Para a mãe:

  • Pré-eclâmpsia
  • Insuficiência cardíaca
  • Crise tireotóxica

Para o bebê:

  • Aborto espontâneo
  • Parto prematuro
  • Baixo peso ao nascer
  • Hipertireoidismo neonatal (TRAb atravessa placenta)

Tratamento na gravidez

1º trimestre:

  • Propiltiouracil (PTU): preferido (menor risco de malformações)
  • Dose mínima eficaz
  • Meta: T4 livre no limite superior do normal

2º e 3º trimestres:

  • Pode trocar para metimazol (se preferir)
  • Ou manter PTU
  • Meta: T4 livre normal alto

Monitoramento:

  • TSH, T4 livre mensal
  • TRAb no 3º trimestre (prediz hipertireoidismo neonatal)
  • Ultrassom fetal (crescimento)

Cirurgia:

  • Indicada se: reação grave a medicamentos, dose muito alta necessária
  • Melhor época: 2º trimestre
  • Preparo: normalizar hormônios antes

Radioiodo:

  • Absolutamente contraindicado na gravidez (destrói tireoide fetal)

Amamentação

  • ✅ Pode amamentar com metimazol ou PTU
  • Dose: máximo 20 mg/dia (metimazol) ou 300 mg/dia (PTU)
  • Tomar logo após amamentar (minimiza concentração no leite)

Perguntas frequentes


Quando procurar um especialista

Procure endocrinologista se:

  • ✅ Diagnóstico recente de Graves
  • ✅ Sintomas de hipertireoidismo (perda de peso, palpitações, tremores)
  • ✅ Olhos saltados ou sintomas oculares
  • ✅ TSH baixo em exame de rotina
  • ✅ Planejando engravidar e tem Graves
  • ✅ Recidiva após tratamento

Procure oftalmologista se:

  • ✅ Proptose (olhos saltados)
  • ✅ Visão dupla
  • ✅ Dor retro-ocular
  • ✅ Perda de visão

Procure cirurgião de cabeça e pescoço se:

  • ✅ Indicação de tireoidectomia
  • ✅ Bócio volumoso compressivo
  • ✅ Nódulos associados

Conclusão

Doença de Graves é a principal causa de hipertireoidismo, caracterizada pela produção excessiva de hormônios tireoidianos devido a anticorpos estimulantes (TRAb). Sintomas incluem perda de peso, palpitações, tremores, ansiedade e, em 30% dos casos, olhos saltados (oftalmopatia). Tratamento pode ser com medicamentos (metimazol), radioiodo ou cirurgia, cada opção com vantagens e desvantagens específicas.

Pontos-chave:

  • ✅ Causa: anticorpo TRAb estimula tireoide
  • ✅ Sintomas: perda de peso, palpitações, olhos saltados (30%)
  • ✅ Diagnóstico: TSH baixo + T4 alto + TRAb positivo
  • ✅ Tratamento: metimazol 12-18 meses, radioiodo ou cirurgia
  • ✅ Oftalmopatia: pode precisar corticoides ou cirurgia orbital

Com tratamento adequado, Graves é controlável e permite vida normal. Escolha do tratamento deve ser individualizada considerando idade, oftalmopatia, planos de gravidez e preferências do paciente.

Dr. Jônatas Catunda

Sobre o autor

Dr. Jônatas Catunda

CRM-CE 14951 • RQE 8522

Cirurgião de Cabeça e Pescoço, especialista em tireoide. Formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com residência em Cirurgia Geral no Instituto Dr. José Frota e em Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital Universitário Walter Cantídio. Mestrado e Doutorado pela UFC.

Professor de Anatomia
13 anos de formado
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Será que meu tratamento de tireoide está certo?

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