Sobre mim • CRM-CE 14951 • RQE 8522
Quem é o Dr. Jônatas Catunda
Sou o Jônatas. Cirurgião de cabeça e pescoço, professor de anatomia, marido da Marília e pai da Ana Luiza e da Alice — antes disso, fui o estudante que faltava aula para entrar em cirurgia. Se você chegou aqui querendo saber quem vai cuidar de você, esta página conta a história inteira, com as fotos que sobraram do caminho.
Online para todo o Brasil • Presencial em Fortaleza
Em uma frase
Escolhi a área mais difícil de explicar — e passei a carreira tentando explicá-la bem.
Tireoide, paratireoide e tumores do pescoço são cheios de nome complicado, laudo que assusta e decisão que não é óbvia. Eu não acho que o paciente precisa virar médico para decidir bem. Precisa é de alguém que traduza o caso dele com honestidade, mostre as opções de verdade e não empurre cirurgia quando ela não faz sentido.
É a mesma coisa que eu faço na sala de aula, no YouTube e no consultório. Só muda quem está do outro lado.

A história
Como eu cheguei até aqui, em sete capítulos
Nada aqui aconteceu por acaso ou de uma vez. Foram quinze anos de escolhas, e quase todas elas apontam para a mesma direção.
2008 – 2013 · Faculdade de Medicina, UFC
A primeira cirurgia que eu vi decidiu o resto da minha vida
Entrei na Medicina da Universidade Federal do Ceará sendo o primeiro médico da minha família. Logo no começo virei monitor de anatomia e passei dois anos dissecando — algumas daquelas peças ainda são usadas nas aulas da universidade até hoje. Foi ali que o pescoço deixou de ser um capítulo do livro e virou um mapa que eu conhecia de cor.
Depois procurei a Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço para acompanhar cirurgia de verdade. A primeira em que entrei foi uma glossectomia total com esvaziamento cervical, para retirar um câncer agressivo. Quando o pescoço do paciente foi aberto e toda aquela anatomia apareceu na minha frente, eu não quis mais saber de nenhuma outra especialidade.
Meus colegas brincavam que eu não ia me formar médico, ia me formar cirurgião de cabeça e pescoço direto — eu chegava a faltar aula para entrar em cirurgia. Antes de me formar já tinha dois anos de bolsa de iniciação científica e 11 trabalhos publicados, apresentados em congressos no Brasil e fora dele.




2014 – 2018 · Duas residências
Quatro anos aprendendo a operar — dois deles no trauma
A primeira residência foi em Cirurgia Geral no Instituto Dr. José Frota, o maior hospital de trauma do Ceará. Plantão de trauma ensina uma coisa que nenhum livro ensina: decidir rápido, com informação incompleta e sem perder a mão.
Depois vieram mais dois anos de Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital Universitário Walter Cantídio, da UFC — um dos melhores serviços do país na especialidade. Ali chegavam casos de todo o Norte e Nordeste e eu aprendi com gente que já tinha décadas de sala cirúrgica.
Foi nesse período que eu entendi o que é realmente difícil na nossa área. Não é a técnica: é escolher quem precisa operar e quem não precisa. Essa é a decisão que muda a vida da pessoa.


2018 · O canal no YouTube
Um lençol verde, um tripé e uma pergunta que não parava de voltar
Toda semana os pacientes me faziam as mesmas perguntas. E toda semana eu percebia a mesma coisa: eles saíam do consultório entendendo, mas em casa a dúvida voltava — e ali não tinha ninguém para explicar de novo.
Em 2018 eu pendurei um lençol verde na parede, coloquei a câmera em cima de um tripé e gravei o primeiro vídeo. Era tosco. Mas resolvia o problema: o paciente podia rever quantas vezes quisesse, e mostrar para a família.
No ano seguinte chegou a placa de 100 mil inscritos. Hoje são mais de 460 mil pessoas, e o canal virou o maior do Brasil na especialidade feito para o paciente — não para o médico. O motivo dele existir continua o mesmo: clareza diminui medo, e quem tem menos medo decide melhor.


2019 – hoje · Sala de aula
Minha mãe e minha avó foram professoras. Não deu para escapar.
Virei professor de Anatomia Humana na Unichristus em 2019 e, desde 2025, também dou aula na UFC — a mesma universidade onde comecei como monitor.
Dar aula me obriga a fazer, todo semestre, exatamente o que eu faço na consulta: pegar algo complexo e explicar de um jeito que a pessoa do outro lado realmente entenda. E o combinado é claro: se o estudante não entendeu, o problema não é dele.
Em 2021 fundei o GEPCCP, o grupo de estudos e pesquisa em cirurgia de cabeça e pescoço, e desde então oriento alunos de iniciação científica — que é onde a minha própria história começou.



2021 – 2024 · Mestrado, concurso e doutorado
Duas perguntas que viraram teses
No mestrado eu quis medir uma coisa que quase ninguém mede: o quanto a doença da tireoide atrapalha a vida da pessoa — não só o que aparece no exame. Validei para o português o ThyPRO-39, um questionário de qualidade de vida em doenças da tireoide, e desenvolvi um aplicativo para aplicá-lo. Você pode responder esse mesmo questionário aqui no site.
Em 2022 passei em concurso público para o Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital Geral de Fortaleza. Atender no SUS mantém meu olho calibrado: é onde chegam os casos mais avançados e mais difíceis.
O doutorado, defendido em 2024, foi sobre ensino de anatomia — fechando o círculo que tinha começado na monitoria, quinze anos antes.



2019 e 2021 · Os livros
Escrevi o livro que eu queria poder entregar na consulta
Em 2019 participei do livro do nosso serviço de cabeça e pescoço, ao lado do Dr. Monteiro. Era um livro de médico para médico — importante, mas que não resolvia o problema de quem estava sentado na minha frente com um laudo na mão.
Aí escrevi o que faltava: “Cirurgia da tireoide: um guia para pacientes”. Sem jargão e sem termo jogado. É o livro que eu queria poder entregar para a pessoa levar para casa e ler com a família antes de decidir qualquer coisa.


2025 · Coreia do Sul
Fui até Seul aprender a operar tireoide sem cortar o pescoço
A cirurgia robótica de tireoide nasceu na Coreia do Sul, e é lá que estão os cirurgiões que mais fizeram esse procedimento no mundo. Em 2025 fui para o Severance Hospital, da Yonsei University, acompanhar de perto.
Passei os dias dentro do centro cirúrgico vendo ao vivo cirurgias que eu só conhecia por artigo, treinei no console do robô e participei do congresso asiático de cirurgia endócrina, em Seul.
O que eu trouxe de mais valioso não foi a técnica em si — foi o critério. Saber exatamente para quem essa abordagem faz diferença de verdade, e para quem ela seria só sofisticação desnecessária.





Prefere ver isso em formato de datas, títulos e registros? O currículo completo está aqui.
Fora do hospital
A parte da minha vida que não cabe no currículo
Sou casado com a Marília e pai da Ana Luiza e da Alice. É a parte que eu prefiro manter fora da internet, mas que explica bastante coisa do meu jeito de atender: eu sei o que é ficar do outro lado, esperando um resultado e torcendo para alguém explicar direito.
Vim de uma família humilde e fui o primeiro médico da casa. Ninguém lá falava “língua de médico” — e ficou valendo uma regra que eu carrego até hoje: se eu não consigo explicar o que eu faço para a minha mãe entender, então não expliquei.
Herança de professoras
Minha mãe e minha avó deram aula a vida inteira. Eu virei professor de anatomia sem nunca ter planejado — parece que estava no roteiro desde o começo.
Poucos casos por turno
Marco um ou dois casos por turno de propósito. Prefiro operar sem pressa e conversar sem olhar no relógio a atender o dobro de gente pela metade.
Na prática
O que essa história vira quando você senta na minha frente
Currículo só interessa se mudar alguma coisa para você. Estes são os quatro compromissos que eu assumo em toda consulta — e cada um deles veio de um capítulo lá de cima.
Explico até você entender
Não é gentileza, é a única forma de decidirmos juntos. Vale na consulta a mesma regra da sala de aula: se ficou dúvida, quem falhou foi a explicação — não a sua atenção.
Não empurro cirurgia
Aprendi na residência que o difícil da nossa área não é operar: é saber quem não precisa. Quando não for hora de operar, eu vou te dizer isso com todas as letras.
Você sai sabendo o próximo passo
Observar, investigar melhor ou tratar — sempre com um caminho definido. Por escrito quando faz sentido, para você reler em casa e conversar com a família.
O acompanhamento continua depois
Cirurgia não termina quando você sai da sala. Fica combinado quando voltar, o que olhar em cada exame e como me encontrar se algo fugir do esperado.
Depoimentos
Quem já sentou nessa cadeira
Avaliações publicadas pelos próprios pacientes no Google e na Doctoralia. Escolhi estas porque falam justamente do que esta página inteira tenta explicar.
Primeira consulta Cirurgia de Cabeça e Pescoço
“Ameiii! Marquei a consulta, pois precisava de uma segunda opinião. Esclareceu minhas dúvidas, usando uma linguagem simples para um leigo.”
RN
Avaliação no Doctoralia
Consulta
“Conheci o Dr Jônatas pelo YouTube, eu assídua em seus vídeos e percebi quando o sr domina o assunto, me senti confiante, e agendei a consulta pra minha enteada. As dúvidas foram esclarecidas, o Dr Jônatas é muito competente e habilitado, certamente ela retornará para a próxima consulta.”
Maria A. S. Lima
Avaliação no Doctoralia
Cirurgia de cabeça e pescoço
“Dr Jônatas realizou minha cirurgia, já tinha passado com dois outros cirurgiões de cabeça e pescoço, mas só ele conseguiu resolver o meu problema e de uma forma humana, passando segurança, competência e humanização. Até hj só tenho elogios e gratidão pelo doutor. E sempre q tenho a oportunidade o indico e faço sempre o mesmo relato elogioso.”
Janayna Uchôa
Avaliação no Google
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Próximo passo
Agora que você me conhece, vamos falar do seu caso?
Traga seus exames e suas dúvidas — inclusive aquelas que você acha bobas. Se ainda não tem exame nenhum, a gente decide junto o que realmente vale a pena pedir.
Online para todo o Brasil • Presencial em Fortaleza, com ultrassom na hora quando indicado.
