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Traqueostomia: O Que É, Indicações e Cuidados Completos | Guia 2026

Traqueostomia é um procedimento que cria uma via de ar direta pela traqueia em situações específicas. Saiba quando ela é indicada, como é a recuperação e os cuidados do dia a dia.

13 de fevereiro de 202610 min de leitura
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Traqueostomia: O Que É, Indicações e Cuidados Completos | Guia 2026

Traqueostomia é abertura cirúrgica na traqueia para passagem de ar. Indicações: ventilação mecânica prolongada (maior que 7-10 dias), obstrução vias aéreas superiores, cirurgias cabeça/pescoço complexas, proteção aspiração. Tipos: temporária (maioria) ou permanente (laringectomia total). Cânula: metal ou plástico, com/sem balão. Cuidados: limpeza cânula interna 3x/dia, troca fixação diária, umidificação. Complicações: infecção 5%, sangramento menor que 2%, estenose 1%. Recuperação: remove após 2-4 semanas se via aérea restaurada. Melhora qualidade vida vs intubação prolongada.

O que é traqueostomia

Traqueostomia é um procedimento cirúrgico que cria uma abertura (estoma) na parede anterior da traqueia, permitindo passagem direta de ar para os pulmões através de uma cânula.

Diferença importante:

  • Traqueostomia: procedimento cirúrgico (ato de criar abertura)
  • Traqueostoma: abertura resultante
  • Traqueóstomo: termo popular para o estoma

Anatomia da traqueia

Estrutura:

  • Tubo de 10-12 cm de comprimento
  • 2-2.5 cm de diâmetro
  • 16-20 anéis cartilaginosos em "C"
  • Localização: do nível C6 ao T4-T5

Traqueostomia padrão:

  • Entre 2º e 3º anéis traqueais
  • 2-3 cm acima da fúrcula esternal
  • Evita lesão glândula tireoide (acima) e grandes vasos (abaixo)

Tipos de traqueostomia

1. Traqueostomia temporária (maioria)

Características:

  • Abertura mantida por cânula removível
  • Fecha espontaneamente após retirada
  • Cicatrização completa: 7-14 dias

Indicações:

  • Ventilação mecânica prolongada
  • Pós-operatório cirurgias cabeça/pescoço
  • Obstrução temporária vias aéreas

2. Traqueostomia permanente

Características:

  • Estoma é suturado à pele (maturado)
  • Não fecha após retirada da cânula
  • Permanece aberto para sempre

Indicações:

  • Laringectomia total (câncer laringe)
  • Estenose traqueal extensa
  • Paralisia bilateral de pregas vocais irreversível

3. Traqueostomia cirúrgica (aberta)

Técnica:

  • Centro cirúrgico
  • Anestesia geral ou local
  • Incisão horizontal 2-3 cm
  • Dissecção até traqueia
  • Abertura entre 2º-3º anéis
  • Colocação cânula

Vantagens:

  • Visão direta das estruturas
  • Menor risco sangramento
  • Pode ser feita em pacientes complexos

Tempo: 20-40 minutos

4. Traqueostomia percutânea (beira-leito)

Técnica:

  • UTI, à beira do leito
  • Sedação profunda
  • Punção percutânea guiada por broncoscopia
  • Dilatação progressiva
  • Inserção cânula

Vantagens:

  • Não precisa centro cirúrgico
  • Mais rápida (10-20 minutos)
  • Menos custo

Limitações:

  • Não indicada se: anatomia difícil, coagulopatia, tireoide volumosa

Indicações da traqueostomia

1. Ventilação mecânica prolongada (50% dos casos)

Quando indicar:

  • Necessidade ventilação mecânica maior que 7-10 dias
  • Desmame ventilatório difícil
  • Intubação orotraqueal prolongada causa complicações

Vantagens sobre tubo orotraqueal:

Tubo orotraquealTraqueostomia
Desconforto intensoMais confortável
Sedação pesada necessáriaSedação mínima/zero
Higiene oral difícilPermite alimentação oral
Lesão cordas vocaisMenor trauma laríngeo
Dificulta comunicaçãoPode falar (válvulas especiais)
Risco extubação acidentalMais segura

Condições comuns:

  • Insuficiência respiratória prolongada
  • COVID-19 grave
  • Pneumonia grave
  • DPOC descompensado
  • Trauma torácico

2. Obstrução de vias aéreas superiores (30%)

Causas:

Emergência: traqueostomia pode salvar vida em minutos

3. Cirurgias de cabeça e pescoço complexas (15%)

Indicações:

  • Ressecções oncológicas extensas (boca, faringe, laringe)
  • Tireoidectomia com risco alto paralisia bilateral nervo recorrente
  • Esvaziamento cervical bilateral extenso
  • Reconstruções microcirúrgicas (retalhos livres)

Objetivo:

  • Proteger via aérea no pós-operatório
  • Facilitar manejo secreções
  • Prevenir aspiração

4. Proteção contra aspiração

Quando necessário:

  • Disfagia grave (AVC, doenças neuromusculares)
  • Rebaixamento consciência prolongado
  • Reflexos laríngeos ausentes
  • Pneumonias aspirativas de repetição

5. Higiene brônquica

Indicações:

  • Secreções abundantes que paciente não consegue expectorar
  • Doenças neuromusculares (ELA, distrofia muscular)
  • Lesão medular alta (C1-C4)

Tipos de cânulas de traqueostomia

Classificação por material

TipoMaterialIndicaçãoDuração
MetálicaPrata/aço inoxidávelLonga permanência, domicílioIndefinida
PlásticoCloreto polivinil (PVC)Hospital, curto prazo7-30 dias
SiliconeSilicone médicoLonga permanência confortável3-6 meses

Classificação por balão (cuff)

Cânula COM balão (cuff)

Características:

  • Balão inflável na extremidade distal
  • Veda espaço entre cânula e traqueia
  • Impede escape de ar

Indicações:

  • Ventilação mecânica
  • Proteção contra aspiração
  • Pacientes com rebaixamento consciência

Desvantagem: impede fala (ar não passa pelas cordas vocais)

Cânula SEM balão

Características:

  • Permite passagem ar ao redor da cânula
  • Paciente pode falar
  • Mais confortável

Indicações:

  • Paciente acordado, respirando espontaneamente
  • Após desmame ventilatório
  • Traqueostomia em crianças (preferência)

Cânula com cânula interna

Sistema duplo:

  • Cânula externa: permanece fixa no traqueostoma
  • Cânula interna: removível para limpeza

Vantagens:

  • Limpeza fácil (remove apenas interna)
  • Reduz obstrução por secreções
  • Padrão-ouro para traqueostomia domiciliar

Limpeza: 3-4 vezes/dia

Válvulas especiais

Válvula de fala (Passy-Muir)

Função:

  • Permite inspiração pela cânula
  • Fecha na expiração → ar passa cordas vocais → fala

Requisitos:

  • Paciente respirando espontaneamente
  • Cânula SEM balão inflado
  • Via aérea superior pérvia

Procedimento: como é feita

Traqueostomia cirúrgica (passo a passo)

Pré-operatório:

  • Jejum 8 horas
  • Exames: coagulograma, hemograma
  • Consentimento informado

Técnica:

  1. Posicionamento: decúbito dorsal, coxim sob ombros (hiperextensão pescoço)
  2. Anestesia: geral ou local + sedação
  3. Incisão: horizontal, 2-3 cm, 2 dedos acima fúrcula esternal
  4. Dissecção: músculos pré-traqueais afastados
  5. Istmo tireoide: rebatido para cima ou seccionado
  6. Abertura traqueia: entre 2º-3º anéis, incisão em "H" ou janela
  7. Inserção cânula: sob visão direta
  8. Fixação: sutura + cadarço ao redor do pescoço
  9. Conexão: ventilador mecânico (se indicado)

Tempo: 20-40 minutos

Recuperação:

  • Alta UTI/enfermaria: 1-3 dias
  • Primeira troca cânula: 7-10 dias (após maturação trajeto)

Traqueostomia percutânea

Técnica Ciaglia (mais comum):

  1. Punção traqueia entre 1º-2º anéis
  2. Passagem fio-guia
  3. Dilatação progressiva (8Fr → 14Fr → 20Fr → tamanho final)
  4. Inserção cânula sobre dilatador
  5. Confirmação por broncoscopia

Tempo: 10-20 minutos


Cuidados com traqueostomia

Cuidados diários essenciais

1. Limpeza da cânula interna (3-4x/dia)

Materiais:

  • Soro fisiológico 0.9%
  • Escovinha específica
  • Gaze estéril

Passos:

  1. Lavar mãos
  2. Remover cânula interna
  3. Lavar com soro fisiológico
  4. Escovar suavemente (remover crostas)
  5. Enxaguar
  6. Secar com gaze
  7. Recolocar

Tempo: 5-10 minutos

2. Limpeza do traqueostoma (2x/dia)

Passos:

  1. Gaze embebida em soro fisiológico
  2. Limpar ao redor do estoma (movimentos circulares)
  3. Remover secreções, crostas
  4. Secar delicadamente
  5. Trocar chumaço de gaze sob cânula

3. Troca do cadarço (1x/dia ou se necessário)

Importante:

  • SEMPRE manter pelo menos 1 cadarço fixo
  • Trocar um lado de cada vez (nunca os 2 simultaneamente)
  • Apertar: deve caber 1 dedo entre cadarço e pescoço

4. Aspiração de secreções (quando necessário)

Indicações:

  • Secreção visível na cânula
  • Ruídos respiratórios (roncos)
  • Queda saturação oxigênio
  • Desconforto respiratório

Técnica:

  • Sonda estéril
  • Aspirar máximo 10-15 segundos
  • Instilação soro fisiológico 3-5 mL antes (se secreção espessa)

5. Umidificação

Por que importante:

  • Ar não passa nariz (não é aquecido/umidificado)
  • Secreções ressecam e obstruem cânula

Métodos:

  • Traqueomask (nebulizador contínuo)
  • HME (filtro trocador calor-umidade)
  • Inalação soro fisiológico 3-4x/dia

Complicações da traqueostomia

Complicações precoces (primeiras 48h)

ComplicaçãoFrequênciaGravidadeManejo
Sangramento2-5%Moderada-graveCompressão, revisão cirúrgica
Pneumotórax0.5-1%GraveDrenagem torácica
Enfisema subcutâneo5-10%LeveObservação (resolve espontaneamente)
Deslocamento cânula1-3%GraveReposicionamento urgente
Obstrução cânula2-5%GraveAspiração, troca cânula

Complicações intermediárias (semana 1-4)

Infecção do traqueostoma

Sinais:

  • Vermelhidão, calor, edema
  • Secreção purulenta
  • Febre
  • Dor local

Tratamento:

  • Antibióticos (cefalosporina ou quinolona)
  • Limpeza rigorosa
  • Raramente remove cânula

Prevenção:

  • Higiene adequada
  • Troca regular de gazes

Granuloma de traqueostoma

Características:

  • Tecido avermelhado/sangrante ao redor estoma
  • Cresce por irritação crônica
  • Pode obstruir parcialmente

Tratamento:

  • Cauterização com nitrato de prata
  • Remoção cirúrgica se volumoso

Complicações tardias (após 1 mês)

Estenose traqueal (1-3%)

Causa:

  • Pressão excessiva balão cânula
  • Isquemia mucosa → fibrose → estreitamento

Sintomas:

  • Dificuldade respiratória progressiva
  • Estridor
  • Intolerância exercício

Diagnóstico: broncoscopia

Tratamento:

  • Leve: dilatações seriadas
  • Grave: cirurgia (ressecção e anastomose)

Fístula traqueoesofágica (menor que 1%)

Causa:

  • Pressão cânula na parede posterior traqueia
  • Necrose → comunicação traqueia-esôfago

Sintomas:

  • Tosse ao alimentar
  • Pneumonias aspirativas
  • Distensão gástrica ao ventilar

Tratamento: cirurgia (fechamento fístula)

Fístula traqueoinnominada (0.5%)

Causa:

  • Erosão artéria inominada (brachiocefálica)
  • EMERGÊNCIA (sangramento maciço)

Sinais de alerta:

  • Sangramento pequeno 24-48h antes
  • Pulsação cânula

Manejo emergência:

  • Hiperinsuflação balão
  • Compressão digital via traqueostoma
  • Centro cirúrgico URGENTE

Decanulação: quando e como remover

Critérios para decanulação

Requisitos:

  1. ✅ Causa que levou à traqueostomia resolvida
  2. ✅ Respiração espontânea eficaz
  3. ✅ Via aérea superior pérvia (testar com broncoscopia/laringoscopia)
  4. ✅ Reflexo tosse preservado
  5. ✅ Capaz de manejo secreções
  6. ✅ Deglutição segura (sem aspiração)

Teste de oclusão (Downsizing)

Protocolo:

  1. Trocar cânula por tamanho menor
  2. Ocluir cânula por períodos crescentes (2h → 4h → 6h → 12h → 24h)
  3. Observar sinais de desconforto respiratório
  4. Se tolerância boa por 24h → pronto para decanular

Procedimento de decanulação

Passos:

  1. Explicar ao paciente
  2. Remover cânula
  3. Cobrir estoma com gaze estéril
  4. Curativo oclusivo
  5. Observar 24-48h (monitorar saturação, padrão respiratório)

Fechamento do estoma:

  • Fecha espontaneamente em 7-14 dias
  • Não precisa sutura (maioria)
  • Cicatriz pequena permanece

Traqueostomia temporária vs permanente

Temporária (maioria - 80%)

Indicações:

  • Ventilação mecânica prolongada
  • Pós-operatório cirurgias cabeça/pescoço
  • Proteção via aérea temporária

Duração:

  • Média: 14-30 dias
  • Pode variar: 7 dias a vários meses

Desfecho:

  • Decanulação quando condição resolvida
  • Estoma fecha espontaneamente

Permanente (20%)

Indicações:

  • Laringectomia total (câncer laringe)
  • Estenose laringotraqueal irreversível
  • Paralisia bilateral pregas vocais sem tratamento

Características:

  • Estoma maturado (suturado à pele)
  • Uso de cânula permanente (ou pode ficar sem)
  • Necessita cuidados vitalícios

Vida com traqueostomia

Alimentação

Pode comer normalmente?

  • ✅ Sim, se reflexos de deglutição preservados
  • ⚠️ Iniciar com teste de deglutição (fonoaudiologia)
  • ⚠️ Cuidado: risco aspiração (alimento pode ir para traqueia)

Dicas:

  • Sentar-se ereto ao comer
  • Pequenas porções
  • Consistências seguras (avaliação fonoaudiológica)
  • Ocluir cânula ao engolir (se possível)

Fala

Com cânula COM balão: não consegue falar (ar não passa cordas vocais)

Com cânula SEM balão: pode falar (ocluir cânula com dedo)

Válvula de fala (Passy-Muir):

  • Permite fala natural
  • Requisito: respiração espontânea, cânula sem balão inflado

Eletrolaringe: para laringectomizados (sem cordas vocais)

Banho

Cuidados:

  • ❌ Água NÃO pode entrar na cânula (afoga)
  • ✅ Usar protetor de traqueostoma (adesivo impermeável)
  • ✅ Banho de chuveiro: jato para baixo (não para pescoço)
  • ✅ Pode tomar banho de banheira (pescoço fora da água)

Atividades físicas

Permitidas:

  • Caminhada
  • Exercícios leves
  • Yoga, pilates

Restrições:

  • ❌ Natação (risco afogamento)
  • ❌ Esportes de contato (risco deslocamento cânula)
  • ⚠️ Exercícios intensos (produzem muita secreção)

Trabalho

  • Maioria pode retornar ao trabalho
  • Evitar ambientes muito empoeirados
  • Usar filtros de traqueostoma
  • Informar colegas sobre cuidados básicos

Perguntas frequentes


Quando a traqueostomia é necessária

Procure ajuda médica urgente se:

  • 🚨 Dificuldade respiratória grave súbita
  • 🚨 Estridor (ruído inspiratório agudo)
  • 🚨 Incapacidade de falar/voz muito abafada
  • 🚨 Inchaço rápido pescoço
  • 🚨 Cianose (lábios azulados)

Traqueostomia pode salvar vidas nessas situações.


Conclusão

Traqueostomia é procedimento seguro que melhora qualidade de vida em diversas condições que afetam a respiração. Permite ventilação prolongada de forma mais confortável que intubação orotraqueal, facilita desmame ventilatório e possibilita alimentação oral e fala (com cânulas apropriadas).

Pontos-chave:

  • ✅ Indicada: ventilação prolongada, obstrução vias aéreas, cirurgias complexas
  • ✅ Maioria temporária (2-4 semanas) → remove e fecha espontaneamente
  • ✅ Cuidados diários: limpeza cânula 3x/dia, higiene estoma, umidificação
  • ✅ Complicações raras se cuidados adequados (infecção 5%, estenose 1-3%)
  • ✅ Permite vida relativamente normal (alimentação, fala com válvula, trabalho)
  • ✅ Melhor que intubação prolongada (mais conforto, menos sedação, menos complicações)

Se você ou familiar tem traqueostomia, treinamento adequado e suporte profissional (enfermagem, fonoaudiologia) garantem recuperação segura e qualidade de vida.

Para traqueostomia específica após cirurgia de tireoide, leia: Traqueostomia após tireoidectomia

Dr. Jônatas Catunda

Sobre o autor

Dr. Jônatas Catunda

CRM-CE 14951 • RQE 8522

Cirurgião de Cabeça e Pescoço, especialista em tireoide. Formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com residência em Cirurgia Geral no Instituto Dr. José Frota e em Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital Universitário Walter Cantídio. Mestrado e Doutorado pela UFC.

Professor de Anatomia
13 anos de formado
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