Dr. Jônatas Catunda

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Recidiva do câncer de tireóide sem alterar os exames

20 de novembro de 20191:442.6K visualizaçõesCâncer de tireoide

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Descrição

Todo paciente que faz tratamento de câncer de tireóide precisa fazer o acompanhamento pois existe risco da doença voltar. Esse risco depende do estadiamento do caso. Casos de baixo risco tem baixo risco de recidiva = a maioria dos pacientes são de baixo risco. Não há muita preocupação quanto a recidiva, pois as chances são menores do que 5%. Casos de alto risco tem alto risco de recidiva - nesses casos o seguimento é mais de perto. No seguimento do câncer de tireóide, é feito o exame físico do pescoço, os exames dos marcadores tumorais, o ultrassom e as vezes uma PCI. Em algumas situações, o paciente pode ter uma recidiva sem que a tireoglobulina se eleve! Dr Jônatas Catunda Cirurgião de Cabeça e Pescoço CRM-CE 14951 RQE 8522

Tópicos

recidivacâncer de tireoidetireoglobulina
Dr. Jônatas Catunda

Sobre o autor

Dr. Jônatas Catunda

CRM-CE 14951 • RQE 8522

Cirurgião de Cabeça e Pescoço, especialista em tireoide. Formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com residência em Cirurgia Geral no Instituto Dr. José Frota e em Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital Universitário Walter Cantídio. Mestrado e Doutorado pela UFC.

Por que isso importa para você

• Explicação clara de exames como ultrassom, PAAF, Bethesda, tireoglobulina e risco cirúrgico

• Experiência prática com casos de nódulo, câncer de tireoide, linfonodos e seguimento

• Conteúdo feito para ajudar o paciente a decidir melhor, não para assustar ou empurrar tratamento

Professor de Anatomia
13 anos de formado
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