Pular para o conteúdo
Dr. Jônatas Catunda

Vídeo

Qual TI-RADS é perigoso? Veja os nódulos que preocupam no ultrassom

10:50Nódulo e ultrassom

Sobre este vídeo

Descrição

Você recebeu o laudo do ultrassom e leu ali "nódulo na tireoide, TI-RADS 3", "TI-RADS 4" ou "TI-RADS 5" — e a primeira dúvida é sempre a mesma: isso é perigoso? Neste vídeo, o Dr. Jonatas Catunda, cirurgião de cabeça e pescoço, mostra imagens reais de ultrassom de casos que ele operou para explicar quais nódulos realmente merecem atenção e quais tendem a ser apenas acompanhados. A classificação TI-RADS nasce das características do nódulo no ultrassom: se ele é sólido e mais escuro que o restante da tireoide (hipoecoico), se tem bordas irregulares, microcalcificações ou o formato "mais alto do que largo". Ao longo do vídeo, cada um desses sinais é explicado com a imagem na tela, junto do teste simples de compressão com o transdutor — nódulos benignos costumam ser moles e se deformam; os malignos, segundo o médico, não. Você vai acompanhar casos que ilustram situações bem diferentes: um TI-RADS 5 já avançado, um TI-RADS 5 de apenas 1 cm descoberto por acaso na investigação de hipotireoidismo, um TI-RADS 4 que é só acompanhado, um TI-RADS 4 com linfonodo suspeito que não estava descrito no laudo e um TI-RADS 3 volumoso, acima de 3 cm. O vídeo também explica por que o ultrassom precisa avaliar todo o pescoço — e não só o nódulo —, para que serve a dosagem de tireoglobulina quando se punciona um linfonodo suspeito e quando exames como tomografia ou ressonância entram no planejamento. Importante: nada aqui substitui a avaliação individual. Os tamanhos, classificações e condutas citados são referências usadas pelo médico nos casos mostrados, e a decisão sobre puncionar, acompanhar ou operar depende do contexto de cada paciente. A mensagem do vídeo é justamente de tranquilidade: a maioria dos casos não é perigosa e existe tratamento com altas taxas de cura — o que não deve ser confundido com deixar de investigar um nódulo com sinais de suspeição. 📌 Neste vídeo, você vai entender: • O que significam TI-RADS 3, 4 e 5 no laudo do seu ultrassom • Quais características do nódulo levantam suspeita: hipoecoico, bordas irregulares, microcalcificações e o formato "mais alto do que largo" • Por que avaliar os linfonodos e todo o pescoço pode mudar completamente a conduta • Por que um nódulo TI-RADS 3 volumoso nem sempre é caso de simples acompanhamento • Como funciona o planejamento da cirurgia, com atenção à cura, à preservação da voz e das paratireoides e também à cicatriz ⏱️ Capítulos: 00:00 Qual TI-RADS é perigoso? A pergunta do vídeo 00:49 Ultrassom: o principal exame do nódulo de tireoide 02:23 Falsa sensação de segurança e exames que deixam de ser pedidos 02:58 Caso 2: TI-RADS 5 de 1 cm descoberto pelo hipotireoidismo 04:31 Caso 3: TI-RADS 4 que só precisa de acompanhamento 06:19 O risco do diagnóstico tardio e da cirurgia mais extensa 07:04 Caso 5: TI-RADS 3 volumoso, acima de 3 cm 08:13 Cirurgia: cicatriz escondida, função preservada e estética 08:55 Próximos passos: consulta, ultrassom cervical e tomografia Dr. Jônatas Catunda — Cirurgia de Cabeça e Pescoço Canal: Câncer de Tireoide Brasil whatsapp - Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui avaliação médica individualizada.

Tópicos

Bethesda 5TI-RADSTI-RADS 3TI-RADS 4TI-RADS 5cicatriz cirurgia de tireoidecâncer de tireoideesvaziamento cervicallinfonodo no pescoçometástase linfonodal tireoidemicrocalcificações tireoidenódulo de tireoide é perigosonódulo hipoecoiconódulo mais alto do que largonódulo na tireoidenódulo na tireoide é câncerpunção de tireoidequal TI-RADS é perigosotireoglobulina no aspiradotireoidectomia totalultrassom de tireoide
Dr. Jônatas Catunda

Sobre o autor

Dr. Jônatas Catunda

CRM-CE 14951 • RQE 8522

Cirurgião de Cabeça e Pescoço, especialista em tireoide. Formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com residência em Cirurgia Geral no Instituto Dr. José Frota e em Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital Universitário Walter Cantídio. Mestrado e Doutorado pela UFC.

Por que isso importa para você

• Explicação clara de exames como ultrassom, PAAF, Bethesda, tireoglobulina e risco cirúrgico

• Experiência prática com casos de nódulo, câncer de tireoide, linfonodos e seguimento

• Conteúdo feito para ajudar o paciente a decidir melhor, não para assustar ou empurrar tratamento

Professor de Anatomia
13 anos de formado
470k+ inscritos no YouTube

Depois do vídeo

Tem um laudo de ultrassom ou de PAAF na mão?

Leve o laudo do ultrassom, da PAAF ou do Bethesda para uma leitura feita no contexto do seu caso.

Continue assistindo

Outros vídeos para você.

Ver todos os vídeos

Continue lendo

Artigos relacionados.

Ver todos os artigos