Listas
Checklists para organizar o seu cuidado.
Reunimos listas práticas do Tireoapp para preparar exames, tratamentos e cuidados do dia a dia. Use como apoio e compartilhe com sua equipe médica.
Cirurgia da tireoide
Listas essenciais.
Hospital
Itens para levar ao hospital
Lista completa do que você precisa preparar para a internação
Cirurgia da tireoide
Hospital
Itens para levar ao hospital
Lista completa do que você precisa preparar para a internação
Documento de identidade (RG ou CNH)
Carteirinha do convênio ou documentos do SUS
Todos os exames solicitados (ultrassom, punção, laboratoriais)
Receitas de medicamentos de uso contínuo
Roupas confortáveis e fáceis de vestir
Prefira roupas com abertura frontal (camisas, blusas com botões)
Chinelo ou sandália antiderrapante
Escova de dentes e pasta dental
Toalha de banho
Sabonete e shampoo
Carregador de celular
Medicamentos de uso contínuo (levar quantidade suficiente)
Insulina, anti-hipertensivos, anticoagulantes, etc.
Óculos (se usar)
Livro, revista ou tablet (opcional)
Para passar o tempo durante a internação
Pré-operatório
Etapas do pré-operatório
Sequência de procedimentos antes da cirurgia
Cirurgia da tireoide
Pré-operatório
Etapas do pré-operatório
Sequência de procedimentos antes da cirurgia
Consulta pré-operatória com o cirurgião
Esclarecimento de dúvidas, revisão de exames e planejamento cirúrgico
Avaliação pré-anestésica
Consulta com anestesista para avaliar condições clínicas
Realização de exames laboratoriais
Hemograma, coagulação, função renal, eletrólitos, TSH, cálcio
Eletrocardiograma (ECG)
Avaliação da função cardíaca
Raio-X de tórax (se necessário)
Solicitado conforme idade e condições clínicas
Ajuste de medicações
Suspensão ou ajuste de anticoagulantes, antidiabéticos, etc.
Jejum absoluto
Mínimo 8 horas antes da cirurgia (incluindo água)
Internação hospitalar
Normalmente na véspera ou no dia da cirurgia
Banho com sabão antisséptico
Antes de ir ao centro cirúrgico
Assinatura do termo de consentimento
Autorização para a realização da cirurgia
Pós-operatório
Etapas do pós-operatório
Cuidados e evolução após a cirurgia
Cirurgia da tireoide
Pós-operatório
Etapas do pós-operatório
Cuidados e evolução após a cirurgia
Recuperação pós-anestésica
Permanência na sala de recuperação até despertar completamente
Retorno ao quarto
Observação de sinais vitais e sintomas
Liberação da dieta
Geralmente dieta líquida/pastosa no primeiro dia, evolução gradual
Deambulação precoce
Caminhar com auxílio nas primeiras horas após a cirurgia
Cuidados com dreno (se houver)
Observação de sangramento, remoção em 1-2 dias
Avaliação da voz
Fonoaudióloga pode avaliar função vocal
Monitoramento do cálcio
Dosagem de cálcio e paratormônio se cirurgia total
Início de medicações
Levotiroxina (Puran T4) e cálcio se necessário
Alta hospitalar
Geralmente 1-2 dias após a cirurgia
Orientações sobre curativo
Como cuidar da ferida operatória em casa
Restrições de atividades
Evitar esforços físicos por 2-4 semanas
Agendamento de retorno
Consulta em 7-15 dias para retirada de pontos e avaliação
Sinais de alerta
Sinais de alarme / Possíveis complicações
Quando procurar atendimento médico após a cirurgia
Cirurgia da tireoide
Sinais de alerta
Sinais de alarme / Possíveis complicações
Quando procurar atendimento médico após a cirurgia
Rouquidão persistente ou piora progressiva
Pode indicar lesão do nervo laríngeo
Falta de ar ou dificuldade para respirar
Pode indicar hematoma comprimindo a via aérea
Inchaço rápido no pescoço
Pode indicar sangramento (hematoma)
Sangramento pelo curativo
Pequeno sangramento é normal, mas muito sangue requer avaliação
Formigamento intenso nos lábios, mãos ou pés
Pode indicar hipocalcemia (cálcio baixo)
Espasmos ou contrações musculares
Sinal de hipocalcemia importante
Febre acima de 38°C
Pode indicar infecção
Saída de pus ou secreção com mau cheiro
Sinal de infecção da ferida
Vermelhidão intensa ou calor no local da cicatriz
Pode indicar infecção ou inflamação
Dor intensa não controlada com analgésicos
Dor leve é normal, mas dor intensa requer avaliação
Dificuldade para engolir
Disfagia persistente deve ser avaliada
Abertura da ferida operatória
Deiscência de pontos
Nódulos na tireoide
Listas essenciais.
Exames
Exames necessários para avaliar
Exames importantes para investigação de nódulos
Nódulos na tireoide
Exames
Exames necessários para avaliar
Exames importantes para investigação de nódulos
Ultrassom de tireoide com Doppler
Avalia tamanho, localização e características do nódulo
TSH (Hormônio Tireoestimulante)
Verifica função da tireoide
T4 livre
Complementa avaliação hormonal
PAAF (Punção Aspirativa com Agulha Fina)
Análise de células do nódulo, indicado conforme TIRADS
Calcitonina (se história familiar de câncer medular)
Rastreamento para câncer medular de tireoide
Anti-TPO e Anti-Tireoglobulina
Identifica tireoidites autoimunes
Cintilografia (se TSH baixo)
Diferencia nódulo quente (autônomo) de nódulo frio
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Periodicidade e tipo de acompanhamento
Nódulos na tireoide
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Periodicidade e tipo de acompanhamento
Consulta inicial com endocrinologista
Avaliação clínica completa e solicitação de exames
Ultrassom de controle a cada 6-12 meses
Intervalo depende das características do nódulo (TIRADS)
TSH e T4 livre anuais
Monitoramento da função tireoidiana
Repetir PAAF se nódulo crescer >20% ou mudar características
Crescimento significativo requer nova avaliação citológica
Observação clínica periódica
Consultas para avaliar sintomas compressivos ou mudanças
Cirurgia se indicada
Nódulos malignos, compressivos ou crescentes podem requerer cirurgia
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas que requerem atenção médica
Nódulos na tireoide
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas que requerem atenção médica
Crescimento rápido do nódulo
Aumento visível em semanas ou meses
Rouquidão persistente
Mudança na voz sem causa aparente
Dificuldade para engolir
Sensação de obstrução ao engolir alimentos
Falta de ar ou dificuldade respiratória
Especialmente ao deitar
Dor no pescoço
Dor persistente ou que piora
Ínguas no pescoço
Aparecimento de linfonodos palpáveis
Nódulo fixo ou endurecido
Nódulo que não se move ou muito duro à palpação
Etapas
Etapas do tratamento
Fluxo de investigação e tratamento
Nódulos na tireoide
Etapas
Etapas do tratamento
Fluxo de investigação e tratamento
Descoberta do nódulo
Autoexame, exame médico ou achado em exame de imagem
Avaliação inicial
Consulta + TSH + Ultrassom com classificação TIRADS
Decisão sobre PAAF
Baseada em TIRADS, tamanho e características
Resultado da PAAF
Bethesda I a VI - define conduta
Acompanhamento clínico (se benigno)
Ultrassom periódico e reavaliação
Cirurgia (se indicada)
Para nódulos malignos, suspeitos ou sintomáticos
Seguimento pós-operatório
Reposição hormonal e acompanhamento
Câncer de tireoide
Listas essenciais.
Exames
Exames necessários para avaliar
Investigação e estadiamento do câncer
Câncer de tireoide
Exames
Exames necessários para avaliar
Investigação e estadiamento do câncer
PAAF (Punção) com resultado Bethesda V ou VI
Confirma diagnóstico citológico de malignidade
Ultrassom cervical completo
Avalia tireoide e linfonodos cervicais
TSH, T4 livre, T3
Avaliação hormonal pré-operatória
Tireoglobulina e Anti-Tireoglobulina
Marcador tumoral (dosagem inicial)
Calcitonina (se câncer medular)
Marcador específico para tipo medular
Tomografia de pescoço/tórax (casos selecionados)
Avalia extensão local e metástases pulmonares
Laringoscopia (avaliação das cordas vocais)
Verifica mobilidade das pregas vocais antes da cirurgia
Exames pré-operatórios
Hemograma, coagulação, função renal, ECG, etc.
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Seguimento após tratamento do câncer
Câncer de tireoide
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Seguimento após tratamento do câncer
Consulta pós-operatória
Avaliação inicial 7-15 dias após cirurgia
Ajuste da levotiroxina
Manter TSH suprimido ou no alvo conforme risco
Tireoglobulina a cada 6-12 meses
Principal marcador de recidiva
Ultrassom cervical periódico
A cada 6-12 meses nos primeiros anos
Cintilografia de corpo inteiro (se iodo radioativo)
Realizada após iodoterapia e periodicamente
Iodoterapia complementar (se indicada)
Tratamento com iodo radioativo I-131
Acompanhamento de longo prazo
Consultas regulares por toda a vida
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas de possível recidiva ou complicações
Câncer de tireoide
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas de possível recidiva ou complicações
Aparecimento de ínguas no pescoço
Pode indicar recidiva linfonodal
Elevação progressiva da tireoglobulina
Aumento gradual em exames seriados
Rouquidão nova ou persistente
Pode indicar comprometimento do nervo laríngeo
Aparecimento de nódulo ou massa no pescoço
Qualquer nova formação palpável
Dor óssea persistente
Pode indicar metástase óssea (casos avançados)
Tosse persistente ou falta de ar
Pode indicar metástase pulmonar
Dificuldade para engolir
Disfagia nova ou progressiva
Etapas
Etapas do tratamento
Sequência do tratamento do câncer de tireoide
Câncer de tireoide
Etapas
Etapas do tratamento
Sequência do tratamento do câncer de tireoide
Diagnóstico (PAAF Bethesda V ou VI)
Confirmação citológica de malignidade
Estadiamento
Ultrassom, exames de imagem e laboratoriais
Cirurgia (tireoidectomia total)
Remoção completa da tireoide ± esvaziamento linfonodal
Resultado anatomopatológico
Define tipo histológico, extensão e necessidade de iodo
Início de levotiroxina
Reposição hormonal imediata após cirurgia
Iodoterapia (se indicada)
Ablação de restos tireoidianos + tratamento de metástases
Cintilografia pós-dose
Avalia captação e distribuição do iodo
Seguimento de longo prazo
Tireoglobulina + ultrassom + consultas regulares
Hipotireoidismo
Listas essenciais.
Exames
Exames necessários para avaliar
Investigação diagnóstica do hipotireoidismo
Hipotireoidismo
Exames
Exames necessários para avaliar
Investigação diagnóstica do hipotireoidismo
TSH (Hormônio Tireoestimulante)
Principal exame para diagnóstico - estará elevado
T4 livre
Estará baixo no hipotireoidismo primário
T3 total ou livre
Menos útil para diagnóstico, pode estar normal
Anti-TPO (Anti-Peroxidase)
Identifica tireoidite de Hashimoto (causa mais comum)
Anti-Tireoglobulina
Complementa investigação de autoimunidade
Ultrassom de tireoide
Avalia tamanho, ecogenicidade e presença de nódulos
Perfil lipídico (colesterol)
Hipotireoidismo pode elevar colesterol
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Monitoramento do tratamento
Hipotireoidismo
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Monitoramento do tratamento
TSH e T4 livre 6-8 semanas após iniciar tratamento
Primeira avaliação da dose de levotiroxina
Ajuste de dose conforme TSH
Meta: TSH entre 0,5-2,5 mUI/L (varia conforme caso)
TSH a cada 6-12 meses quando estável
Após dose estabilizada
TSH mensal se grávida ou planejando gravidez
Necessidades aumentam na gestação
Monitoramento de sintomas
Avaliar melhora de fadiga, peso, humor, etc.
Verificar adesão e horário da medicação
Tomar em jejum, 30-60 min antes do café
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas de hipotireoidismo descompensado
Hipotireoidismo
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas de hipotireoidismo descompensado
Cansaço extremo e sonolência excessiva
Dificuldade para realizar atividades diárias
Depressão ou alterações de humor graves
Tristeza profunda, desânimo, perda de interesse
Ganho de peso significativo
Mesmo com dieta adequada
Inchaço generalizado (edema)
Rosto, mãos, pernas inchadas
Batimentos cardíacos muito lentos
Bradicardia importante pode causar tontura
Intolerância ao frio extrema
Sensação de frio mesmo em ambiente quente
Confusão mental ou raciocínio lento
Dificuldade de concentração grave
Etapas
Etapas do tratamento
Fluxo de tratamento do hipotireoidismo
Hipotireoidismo
Etapas
Etapas do tratamento
Fluxo de tratamento do hipotireoidismo
Diagnóstico (TSH elevado + T4 livre baixo)
Confirmação laboratorial
Investigação da causa
Anticorpos, ultrassom, história clínica
Início de levotiroxina (Puran T4, Euthyrox)
Dose inicial calculada conforme peso e idade
Primeira reavaliação (6-8 semanas)
TSH e T4 livre para ajuste de dose
Ajuste de dose até estabilização
Aumentos/reduções graduais de 12,5-25 mcg
Manutenção com dose estável
TSH dentro da meta terapêutica
Acompanhamento de longo prazo
TSH anual + consultas periódicas
Hipertireoidismo
Listas essenciais.
Exames
Exames necessários para avaliar
Investigação diagnóstica do hipertireoidismo
Hipertireoidismo
Exames
Exames necessários para avaliar
Investigação diagnóstica do hipertireoidismo
TSH (Hormônio Tireoestimulante)
Estará suprimido (<0,1) ou baixo
T4 livre
Estará elevado no hipertireoidismo
T3 total ou livre
Pode estar mais elevado que T4 (T3 toxicose)
TRAb (Anticorpo anti-receptor de TSH)
Positivo na Doença de Graves
Ultrassom de tireoide com Doppler
Avalia tamanho, nódulos e vascularização
Cintilografia de tireoide
Diferencia Graves, tireoidite, nódulo tóxico
Avaliação oftalmológica (se olhos saltados)
Orbitopatia de Graves
Eletrocardiograma
Avaliar arritmias (fibrilação atrial)
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Monitoramento do tratamento
Hipertireoidismo
Acompanhamento
Como é o acompanhamento
Monitoramento do tratamento
TSH, T4 e T3 a cada 4-6 semanas inicialmente
Durante ajuste de medicação antitireoidiana
Ajuste de antitireoidianos (Tapazol, Propiltiouracil)
Redução gradual conforme controle
Hemograma periódico
Monitorar leucócitos (risco de agranulocitose)
TSH e T4 a cada 3-6 meses quando estável
Após controle inicial
Avaliar tratamento definitivo
Radioiodoterapia ou cirurgia após 12-18 meses
Acompanhamento oftalmológico (se Graves)
Monitorar orbitopatia
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas de hipertireoidismo grave
Hipertireoidismo
Sinais de alerta
Sinais de alerta
Sintomas de hipertireoidismo grave
Palpitações ou ritmo cardíaco irregular
Taquicardia persistente ou fibrilação atrial
Dor no peito
Pode indicar sobrecarga cardíaca
Tremores intensos
Tremor fino nas mãos que piora
Perda de peso rápida
Emagrecimento significativo em pouco tempo
Febre alta + agitação extrema
Pode indicar crise tireotóxica (emergência)
Mudanças nos olhos (olhos saltados, dor)
Orbitopatia de Graves ativa
Dor de garganta + febre (se em uso de antitireoidiano)
Pode indicar agranulocitose (emergência)
Etapas
Etapas do tratamento
Fluxo de tratamento do hipertireoidismo
Hipertireoidismo
Etapas
Etapas do tratamento
Fluxo de tratamento do hipertireoidismo
Diagnóstico (TSH suprimido + T4/T3 elevados)
Confirmação laboratorial
Identificação da causa
TRAb, cintilografia, ultrassom (Graves, nódulo, tireoidite)
Início de antitireoidiano
Metimazol (Tapazol) ou Propiltiouracil
Betabloqueador (se sintomas cardiovasculares)
Controla taquicardia e tremores
Monitoramento mensal inicial
TSH, T4, T3, hemograma
Avaliação de remissão (após 12-18 meses)
Suspensão cautelosa do antitireoidiano
Tratamento definitivo (se recidiva)
Radioiodoterapia ou cirurgia
Seguimento pós-tratamento definitivo
Reposição hormonal se hipotireoidismo
Iodoterapia
Listas essenciais.
Dieta
Alimentos e dieta de preparo
Dieta pobre em iodo (15 dias antes)
Iodoterapia
Dieta
Alimentos e dieta de preparo
Dieta pobre em iodo (15 dias antes)
Evitar sal iodado
Usar sal marinho ou sal rosa sem iodo
Evitar frutos do mar
Peixes, camarão, ostras, algas, sushi
Evitar laticínios
Leite, queijo, iogurte, manteiga, creme de leite
Evitar ovos
Gema e clara (ricos em iodo)
Evitar alimentos industrializados
Contêm sal iodado e aditivos
Permitido: carnes frescas sem sal
Frango, carne bovina, porco (preparados em casa)
Permitido: arroz, feijão, massas sem sal
Grãos e cereais preparados sem sal iodado
Permitido: frutas e verduras frescas
Todas as frutas e vegetais naturais
Permitido: óleos vegetais
Azeite, óleo de girassol, óleo de coco
Isolamento
Cuidados durante isolamento
Precauções de radioproteção
Iodoterapia
Isolamento
Cuidados durante isolamento
Precauções de radioproteção
Manter distância de 2 metros de outras pessoas
Especialmente crianças e gestantes
Evitar contato com crianças e gestantes
Por 5-7 dias após a dose
Dormir em quarto separado
Evitar compartilhar cama
Usar banheiro exclusivo (se possível)
Dar descarga 2-3 vezes após uso
Utensílios e toalhas de uso individual
Lavar separadamente
Beber muita água (2-3 litros/dia)
Acelera eliminação do iodo radioativo
Estimular salivação (balas azedas, limão)
Reduz concentração nas glândulas salivares
Lavar bem as mãos
Após usar o banheiro
Etapas
Etapas do tratamento
Sequência da iodoterapia
Iodoterapia
Etapas
Etapas do tratamento
Sequência da iodoterapia
Suspensão da levotiroxina (30 dias antes)
Elevar TSH >30 para aumentar captação de iodo
Dieta pobre em iodo (15 dias antes)
Reduzir estoque de iodo no corpo
Exames pré-dose
TSH, tireoglobulina, beta-hCG (mulheres)
Internação hospitalar
Quarto de isolamento (doses altas)
Administração do iodo radioativo I-131
Dose calculada conforme risco e massa tumoral
Cintilografia de corpo inteiro pós-dose
5-7 dias após para avaliar captação
Alta hospitalar
Após níveis de radiação aceitáveis
Retorno da levotiroxina
2-3 dias após a dose
Exames
Exames importantes
Antes, durante e após iodoterapia
Iodoterapia
Exames
Exames importantes
Antes, durante e após iodoterapia
TSH
Deve estar >30 antes da dose
Tireoglobulina
Marcador tumoral pré e pós-dose
Anti-Tireoglobulina
Pode interferir na dosagem de tireoglobulina
Beta-hCG (mulheres em idade fértil)
Excluir gravidez antes da dose
Cintilografia pré-dose (pesquisa)
Avaliar restos tireoidianos antes do iodo
Cintilografia pós-dose
Avalia distribuição do iodo no corpo
Tireoglobulina de controle (6-12 meses)
Verifica resposta ao tratamento
