Dr. Jônatas Catunda

Listas

Checklists para organizar o seu cuidado.

Reunimos listas práticas do Tireoapp para preparar exames, tratamentos e cuidados do dia a dia. Use como apoio e compartilhe com sua equipe médica.

Cirurgia da tireoide

Listas essenciais.

Checklist para preparo, internação, pós-operatório e sinais de alerta.

Hospital

Itens para levar ao hospital

Lista completa do que você precisa preparar para a internação

Cirurgia da tireoide
  • Documento de identidade (RG ou CNH)

  • Carteirinha do convênio ou documentos do SUS

  • Todos os exames solicitados (ultrassom, punção, laboratoriais)

  • Receitas de medicamentos de uso contínuo

  • Roupas confortáveis e fáceis de vestir

    Prefira roupas com abertura frontal (camisas, blusas com botões)

  • Chinelo ou sandália antiderrapante

  • Escova de dentes e pasta dental

  • Toalha de banho

  • Sabonete e shampoo

  • Carregador de celular

  • Medicamentos de uso contínuo (levar quantidade suficiente)

    Insulina, anti-hipertensivos, anticoagulantes, etc.

  • Óculos (se usar)

  • Livro, revista ou tablet (opcional)

    Para passar o tempo durante a internação

Pré-operatório

Etapas do pré-operatório

Sequência de procedimentos antes da cirurgia

Cirurgia da tireoide
  • Consulta pré-operatória com o cirurgião

    Esclarecimento de dúvidas, revisão de exames e planejamento cirúrgico

  • Avaliação pré-anestésica

    Consulta com anestesista para avaliar condições clínicas

  • Realização de exames laboratoriais

    Hemograma, coagulação, função renal, eletrólitos, TSH, cálcio

  • Eletrocardiograma (ECG)

    Avaliação da função cardíaca

  • Raio-X de tórax (se necessário)

    Solicitado conforme idade e condições clínicas

  • Ajuste de medicações

    Suspensão ou ajuste de anticoagulantes, antidiabéticos, etc.

  • Jejum absoluto

    Mínimo 8 horas antes da cirurgia (incluindo água)

  • Internação hospitalar

    Normalmente na véspera ou no dia da cirurgia

  • Banho com sabão antisséptico

    Antes de ir ao centro cirúrgico

  • Assinatura do termo de consentimento

    Autorização para a realização da cirurgia

Pós-operatório

Etapas do pós-operatório

Cuidados e evolução após a cirurgia

Cirurgia da tireoide
  • Recuperação pós-anestésica

    Permanência na sala de recuperação até despertar completamente

  • Retorno ao quarto

    Observação de sinais vitais e sintomas

  • Liberação da dieta

    Geralmente dieta líquida/pastosa no primeiro dia, evolução gradual

  • Deambulação precoce

    Caminhar com auxílio nas primeiras horas após a cirurgia

  • Cuidados com dreno (se houver)

    Observação de sangramento, remoção em 1-2 dias

  • Avaliação da voz

    Fonoaudióloga pode avaliar função vocal

  • Monitoramento do cálcio

    Dosagem de cálcio e paratormônio se cirurgia total

  • Início de medicações

    Levotiroxina (Puran T4) e cálcio se necessário

  • Alta hospitalar

    Geralmente 1-2 dias após a cirurgia

  • Orientações sobre curativo

    Como cuidar da ferida operatória em casa

  • Restrições de atividades

    Evitar esforços físicos por 2-4 semanas

  • Agendamento de retorno

    Consulta em 7-15 dias para retirada de pontos e avaliação

Sinais de alerta

Sinais de alarme / Possíveis complicações

Quando procurar atendimento médico após a cirurgia

Cirurgia da tireoide
  • Rouquidão persistente ou piora progressiva

    Pode indicar lesão do nervo laríngeo

  • Falta de ar ou dificuldade para respirar

    Pode indicar hematoma comprimindo a via aérea

  • Inchaço rápido no pescoço

    Pode indicar sangramento (hematoma)

  • Sangramento pelo curativo

    Pequeno sangramento é normal, mas muito sangue requer avaliação

  • Formigamento intenso nos lábios, mãos ou pés

    Pode indicar hipocalcemia (cálcio baixo)

  • Espasmos ou contrações musculares

    Sinal de hipocalcemia importante

  • Febre acima de 38°C

    Pode indicar infecção

  • Saída de pus ou secreção com mau cheiro

    Sinal de infecção da ferida

  • Vermelhidão intensa ou calor no local da cicatriz

    Pode indicar infecção ou inflamação

  • Dor intensa não controlada com analgésicos

    Dor leve é normal, mas dor intensa requer avaliação

  • Dificuldade para engolir

    Disfagia persistente deve ser avaliada

  • Abertura da ferida operatória

    Deiscência de pontos

Importante: essas listas são informativas e não substituem orientação médica.

Nódulos na tireoide

Listas essenciais.

Exames, acompanhamento e sinais de alerta para nódulos tireoidianos.

Exames

Exames necessários para avaliar

Exames importantes para investigação de nódulos

Nódulos na tireoide
  • Ultrassom de tireoide com Doppler

    Avalia tamanho, localização e características do nódulo

  • TSH (Hormônio Tireoestimulante)

    Verifica função da tireoide

  • T4 livre

    Complementa avaliação hormonal

  • PAAF (Punção Aspirativa com Agulha Fina)

    Análise de células do nódulo, indicado conforme TIRADS

  • Calcitonina (se história familiar de câncer medular)

    Rastreamento para câncer medular de tireoide

  • Anti-TPO e Anti-Tireoglobulina

    Identifica tireoidites autoimunes

  • Cintilografia (se TSH baixo)

    Diferencia nódulo quente (autônomo) de nódulo frio

Acompanhamento

Como é o acompanhamento

Periodicidade e tipo de acompanhamento

Nódulos na tireoide
  • Consulta inicial com endocrinologista

    Avaliação clínica completa e solicitação de exames

  • Ultrassom de controle a cada 6-12 meses

    Intervalo depende das características do nódulo (TIRADS)

  • TSH e T4 livre anuais

    Monitoramento da função tireoidiana

  • Repetir PAAF se nódulo crescer >20% ou mudar características

    Crescimento significativo requer nova avaliação citológica

  • Observação clínica periódica

    Consultas para avaliar sintomas compressivos ou mudanças

  • Cirurgia se indicada

    Nódulos malignos, compressivos ou crescentes podem requerer cirurgia

Sinais de alerta

Sinais de alerta

Sintomas que requerem atenção médica

Nódulos na tireoide
  • Crescimento rápido do nódulo

    Aumento visível em semanas ou meses

  • Rouquidão persistente

    Mudança na voz sem causa aparente

  • Dificuldade para engolir

    Sensação de obstrução ao engolir alimentos

  • Falta de ar ou dificuldade respiratória

    Especialmente ao deitar

  • Dor no pescoço

    Dor persistente ou que piora

  • Ínguas no pescoço

    Aparecimento de linfonodos palpáveis

  • Nódulo fixo ou endurecido

    Nódulo que não se move ou muito duro à palpação

Etapas

Etapas do tratamento

Fluxo de investigação e tratamento

Nódulos na tireoide
  • Descoberta do nódulo

    Autoexame, exame médico ou achado em exame de imagem

  • Avaliação inicial

    Consulta + TSH + Ultrassom com classificação TIRADS

  • Decisão sobre PAAF

    Baseada em TIRADS, tamanho e características

  • Resultado da PAAF

    Bethesda I a VI - define conduta

  • Acompanhamento clínico (se benigno)

    Ultrassom periódico e reavaliação

  • Cirurgia (se indicada)

    Para nódulos malignos, suspeitos ou sintomáticos

  • Seguimento pós-operatório

    Reposição hormonal e acompanhamento

Importante: essas listas são informativas e não substituem orientação médica.

Câncer de tireoide

Listas essenciais.

Investigação, tratamento e acompanhamento do câncer diferenciado.

Exames

Exames necessários para avaliar

Investigação e estadiamento do câncer

Câncer de tireoide
  • PAAF (Punção) com resultado Bethesda V ou VI

    Confirma diagnóstico citológico de malignidade

  • Ultrassom cervical completo

    Avalia tireoide e linfonodos cervicais

  • TSH, T4 livre, T3

    Avaliação hormonal pré-operatória

  • Tireoglobulina e Anti-Tireoglobulina

    Marcador tumoral (dosagem inicial)

  • Calcitonina (se câncer medular)

    Marcador específico para tipo medular

  • Tomografia de pescoço/tórax (casos selecionados)

    Avalia extensão local e metástases pulmonares

  • Laringoscopia (avaliação das cordas vocais)

    Verifica mobilidade das pregas vocais antes da cirurgia

  • Exames pré-operatórios

    Hemograma, coagulação, função renal, ECG, etc.

Acompanhamento

Como é o acompanhamento

Seguimento após tratamento do câncer

Câncer de tireoide
  • Consulta pós-operatória

    Avaliação inicial 7-15 dias após cirurgia

  • Ajuste da levotiroxina

    Manter TSH suprimido ou no alvo conforme risco

  • Tireoglobulina a cada 6-12 meses

    Principal marcador de recidiva

  • Ultrassom cervical periódico

    A cada 6-12 meses nos primeiros anos

  • Cintilografia de corpo inteiro (se iodo radioativo)

    Realizada após iodoterapia e periodicamente

  • Iodoterapia complementar (se indicada)

    Tratamento com iodo radioativo I-131

  • Acompanhamento de longo prazo

    Consultas regulares por toda a vida

Sinais de alerta

Sinais de alerta

Sintomas de possível recidiva ou complicações

Câncer de tireoide
  • Aparecimento de ínguas no pescoço

    Pode indicar recidiva linfonodal

  • Elevação progressiva da tireoglobulina

    Aumento gradual em exames seriados

  • Rouquidão nova ou persistente

    Pode indicar comprometimento do nervo laríngeo

  • Aparecimento de nódulo ou massa no pescoço

    Qualquer nova formação palpável

  • Dor óssea persistente

    Pode indicar metástase óssea (casos avançados)

  • Tosse persistente ou falta de ar

    Pode indicar metástase pulmonar

  • Dificuldade para engolir

    Disfagia nova ou progressiva

Etapas

Etapas do tratamento

Sequência do tratamento do câncer de tireoide

Câncer de tireoide
  • Diagnóstico (PAAF Bethesda V ou VI)

    Confirmação citológica de malignidade

  • Estadiamento

    Ultrassom, exames de imagem e laboratoriais

  • Cirurgia (tireoidectomia total)

    Remoção completa da tireoide ± esvaziamento linfonodal

  • Resultado anatomopatológico

    Define tipo histológico, extensão e necessidade de iodo

  • Início de levotiroxina

    Reposição hormonal imediata após cirurgia

  • Iodoterapia (se indicada)

    Ablação de restos tireoidianos + tratamento de metástases

  • Cintilografia pós-dose

    Avalia captação e distribuição do iodo

  • Seguimento de longo prazo

    Tireoglobulina + ultrassom + consultas regulares

Importante: essas listas são informativas e não substituem orientação médica.

Hipotireoidismo

Listas essenciais.

Exames, tratamento e sinais de alerta para hipotireoidismo.

Exames

Exames necessários para avaliar

Investigação diagnóstica do hipotireoidismo

Hipotireoidismo
  • TSH (Hormônio Tireoestimulante)

    Principal exame para diagnóstico - estará elevado

  • T4 livre

    Estará baixo no hipotireoidismo primário

  • T3 total ou livre

    Menos útil para diagnóstico, pode estar normal

  • Anti-TPO (Anti-Peroxidase)

    Identifica tireoidite de Hashimoto (causa mais comum)

  • Anti-Tireoglobulina

    Complementa investigação de autoimunidade

  • Ultrassom de tireoide

    Avalia tamanho, ecogenicidade e presença de nódulos

  • Perfil lipídico (colesterol)

    Hipotireoidismo pode elevar colesterol

Acompanhamento

Como é o acompanhamento

Monitoramento do tratamento

Hipotireoidismo
  • TSH e T4 livre 6-8 semanas após iniciar tratamento

    Primeira avaliação da dose de levotiroxina

  • Ajuste de dose conforme TSH

    Meta: TSH entre 0,5-2,5 mUI/L (varia conforme caso)

  • TSH a cada 6-12 meses quando estável

    Após dose estabilizada

  • TSH mensal se grávida ou planejando gravidez

    Necessidades aumentam na gestação

  • Monitoramento de sintomas

    Avaliar melhora de fadiga, peso, humor, etc.

  • Verificar adesão e horário da medicação

    Tomar em jejum, 30-60 min antes do café

Sinais de alerta

Sinais de alerta

Sintomas de hipotireoidismo descompensado

Hipotireoidismo
  • Cansaço extremo e sonolência excessiva

    Dificuldade para realizar atividades diárias

  • Depressão ou alterações de humor graves

    Tristeza profunda, desânimo, perda de interesse

  • Ganho de peso significativo

    Mesmo com dieta adequada

  • Inchaço generalizado (edema)

    Rosto, mãos, pernas inchadas

  • Batimentos cardíacos muito lentos

    Bradicardia importante pode causar tontura

  • Intolerância ao frio extrema

    Sensação de frio mesmo em ambiente quente

  • Confusão mental ou raciocínio lento

    Dificuldade de concentração grave

Etapas

Etapas do tratamento

Fluxo de tratamento do hipotireoidismo

Hipotireoidismo
  • Diagnóstico (TSH elevado + T4 livre baixo)

    Confirmação laboratorial

  • Investigação da causa

    Anticorpos, ultrassom, história clínica

  • Início de levotiroxina (Puran T4, Euthyrox)

    Dose inicial calculada conforme peso e idade

  • Primeira reavaliação (6-8 semanas)

    TSH e T4 livre para ajuste de dose

  • Ajuste de dose até estabilização

    Aumentos/reduções graduais de 12,5-25 mcg

  • Manutenção com dose estável

    TSH dentro da meta terapêutica

  • Acompanhamento de longo prazo

    TSH anual + consultas periódicas

Importante: essas listas são informativas e não substituem orientação médica.

Hipertireoidismo

Listas essenciais.

Checklists para diagnóstico, acompanhamento e tratamento.

Exames

Exames necessários para avaliar

Investigação diagnóstica do hipertireoidismo

Hipertireoidismo
  • TSH (Hormônio Tireoestimulante)

    Estará suprimido (<0,1) ou baixo

  • T4 livre

    Estará elevado no hipertireoidismo

  • T3 total ou livre

    Pode estar mais elevado que T4 (T3 toxicose)

  • TRAb (Anticorpo anti-receptor de TSH)

    Positivo na Doença de Graves

  • Ultrassom de tireoide com Doppler

    Avalia tamanho, nódulos e vascularização

  • Cintilografia de tireoide

    Diferencia Graves, tireoidite, nódulo tóxico

  • Avaliação oftalmológica (se olhos saltados)

    Orbitopatia de Graves

  • Eletrocardiograma

    Avaliar arritmias (fibrilação atrial)

Acompanhamento

Como é o acompanhamento

Monitoramento do tratamento

Hipertireoidismo
  • TSH, T4 e T3 a cada 4-6 semanas inicialmente

    Durante ajuste de medicação antitireoidiana

  • Ajuste de antitireoidianos (Tapazol, Propiltiouracil)

    Redução gradual conforme controle

  • Hemograma periódico

    Monitorar leucócitos (risco de agranulocitose)

  • TSH e T4 a cada 3-6 meses quando estável

    Após controle inicial

  • Avaliar tratamento definitivo

    Radioiodoterapia ou cirurgia após 12-18 meses

  • Acompanhamento oftalmológico (se Graves)

    Monitorar orbitopatia

Sinais de alerta

Sinais de alerta

Sintomas de hipertireoidismo grave

Hipertireoidismo
  • Palpitações ou ritmo cardíaco irregular

    Taquicardia persistente ou fibrilação atrial

  • Dor no peito

    Pode indicar sobrecarga cardíaca

  • Tremores intensos

    Tremor fino nas mãos que piora

  • Perda de peso rápida

    Emagrecimento significativo em pouco tempo

  • Febre alta + agitação extrema

    Pode indicar crise tireotóxica (emergência)

  • Mudanças nos olhos (olhos saltados, dor)

    Orbitopatia de Graves ativa

  • Dor de garganta + febre (se em uso de antitireoidiano)

    Pode indicar agranulocitose (emergência)

Etapas

Etapas do tratamento

Fluxo de tratamento do hipertireoidismo

Hipertireoidismo
  • Diagnóstico (TSH suprimido + T4/T3 elevados)

    Confirmação laboratorial

  • Identificação da causa

    TRAb, cintilografia, ultrassom (Graves, nódulo, tireoidite)

  • Início de antitireoidiano

    Metimazol (Tapazol) ou Propiltiouracil

  • Betabloqueador (se sintomas cardiovasculares)

    Controla taquicardia e tremores

  • Monitoramento mensal inicial

    TSH, T4, T3, hemograma

  • Avaliação de remissão (após 12-18 meses)

    Suspensão cautelosa do antitireoidiano

  • Tratamento definitivo (se recidiva)

    Radioiodoterapia ou cirurgia

  • Seguimento pós-tratamento definitivo

    Reposição hormonal se hipotireoidismo

Importante: essas listas são informativas e não substituem orientação médica.

Iodoterapia

Listas essenciais.

Checklists para preparo, isolamento e acompanhamento do tratamento com iodo radioativo.

Dieta

Alimentos e dieta de preparo

Dieta pobre em iodo (15 dias antes)

Iodoterapia
  • Evitar sal iodado

    Usar sal marinho ou sal rosa sem iodo

  • Evitar frutos do mar

    Peixes, camarão, ostras, algas, sushi

  • Evitar laticínios

    Leite, queijo, iogurte, manteiga, creme de leite

  • Evitar ovos

    Gema e clara (ricos em iodo)

  • Evitar alimentos industrializados

    Contêm sal iodado e aditivos

  • Permitido: carnes frescas sem sal

    Frango, carne bovina, porco (preparados em casa)

  • Permitido: arroz, feijão, massas sem sal

    Grãos e cereais preparados sem sal iodado

  • Permitido: frutas e verduras frescas

    Todas as frutas e vegetais naturais

  • Permitido: óleos vegetais

    Azeite, óleo de girassol, óleo de coco

Isolamento

Cuidados durante isolamento

Precauções de radioproteção

Iodoterapia
  • Manter distância de 2 metros de outras pessoas

    Especialmente crianças e gestantes

  • Evitar contato com crianças e gestantes

    Por 5-7 dias após a dose

  • Dormir em quarto separado

    Evitar compartilhar cama

  • Usar banheiro exclusivo (se possível)

    Dar descarga 2-3 vezes após uso

  • Utensílios e toalhas de uso individual

    Lavar separadamente

  • Beber muita água (2-3 litros/dia)

    Acelera eliminação do iodo radioativo

  • Estimular salivação (balas azedas, limão)

    Reduz concentração nas glândulas salivares

  • Lavar bem as mãos

    Após usar o banheiro

Etapas

Etapas do tratamento

Sequência da iodoterapia

Iodoterapia
  • Suspensão da levotiroxina (30 dias antes)

    Elevar TSH >30 para aumentar captação de iodo

  • Dieta pobre em iodo (15 dias antes)

    Reduzir estoque de iodo no corpo

  • Exames pré-dose

    TSH, tireoglobulina, beta-hCG (mulheres)

  • Internação hospitalar

    Quarto de isolamento (doses altas)

  • Administração do iodo radioativo I-131

    Dose calculada conforme risco e massa tumoral

  • Cintilografia de corpo inteiro pós-dose

    5-7 dias após para avaliar captação

  • Alta hospitalar

    Após níveis de radiação aceitáveis

  • Retorno da levotiroxina

    2-3 dias após a dose

Exames

Exames importantes

Antes, durante e após iodoterapia

Iodoterapia
  • TSH

    Deve estar >30 antes da dose

  • Tireoglobulina

    Marcador tumoral pré e pós-dose

  • Anti-Tireoglobulina

    Pode interferir na dosagem de tireoglobulina

  • Beta-hCG (mulheres em idade fértil)

    Excluir gravidez antes da dose

  • Cintilografia pré-dose (pesquisa)

    Avaliar restos tireoidianos antes do iodo

  • Cintilografia pós-dose

    Avalia distribuição do iodo no corpo

  • Tireoglobulina de controle (6-12 meses)

    Verifica resposta ao tratamento

Importante: essas listas são informativas e não substituem orientação médica.
Novas listas do Tireoapp serão adicionadas em breve para outras fases do cuidado.